DENSITOMETRIA ÓSSEA

O que é a densitometria óssea?

É um exame moderno e não invasivo, utilizado para medir a densidade mineral dos ossos, permitindo o diagnóstico e o tratamento da osteoporose e outras doenças que atingem a estrutura óssea, sendo o único método seguro a prever possíveis fraturas. 

Como é feito o exame?

A densitometria é muito simples e não requer nenhum preparo especial ou jejum. Somente deve-se evitar remédios que contenham cálcio nos 2 dias anteriores ao exame. O tempo de duração é de 15 a 30 minutos. O técnico em radiologia orienta o paciente a vestir um avental, tirar todos os objetos que contenham metal (brincos, colares, piercings, entre outros) e deitar-se sobre uma mesa, permanecendo imóvel enquanto durar o exame. As medições são feitas por um tubo de raios X, que passa de forma lenta sobre o paciente. Os resultados são interpretados então pelo médico radiologista e encaminhados ao profissional que solicitou o exame.

Por que fazer a densitometria óssea?

Além de diagnosticar e permitir o acompanhamento em casos de osteopenia e outras enfermidades ósseas, a densitometria serve para melhor avaliação e tratamento da osteoporose (doença que determina baixa massa óssea e alterações na estrutura do tecido ósseo), indicando possíveis fraturas. Essa doença acomete, principalmente, o fêmur, a coluna, a pelve e o punho.

Quando a densitometria óssea deve ser realizada?

Mulheres com idade acima de 65 anos e homens acima de 70 anos devem fazer o exame anualmente. Também devem fazer periodicamente o exame todas as pessoas que pertencem ao público-alvo, ou seja, pacientes com elevado fator de risco: mulheres na pós-menopausa, pacientes com problemas na tireoide ou que apresentam história familiar de fratura ou de osteoporose, pacientes tabagistas, sedentários ou etilistas, além de pacientes com doenças reumáticas, cálculo renal, doença gastrointestinal ou em uso contínuo de corticosteroides. A densitometria óssea também deve ser feita para acompanhamento da perda óssea em outras condições clínicas.

Existem riscos e contraindicações?

Pacientes com artroplastia dos quadris, deformidades ou que tenham feito cirurgia na coluna, possuem certas limitações para o exame.  Quadros de fraturas ou osteoartrite podem interferir no exame.

Aconselha-se um intervalo de, no mínimo, duas semanas entre a densitometria óssea e exames radiológicos com contraste (urografia, tomografia). 

Embora a densitometria tenha como base uma dupla emissão de raios X, a exposição à radiação é muito baixa. Entretanto, o exame não é indicado para gestantes.

 
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