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26/04/2017
Cardiologista do HSA fala sobre a importância de prevenir e tratar a Hipertensão Arterial
O dia 26 de abril é lembrado anualmente no Brasil como o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial. Por isso, neste dia são realizadas ações em todo país para lembrar a importância de combater esse mal silencioso que atinge cerca de 30 milhões de brasileiros.

A cardiologista do HSA, Mariza Fernanda Garcia Rosa, conceitua o termo hipertensão arterial, que para muitos, em um primeiro momento pode soar estranho, mas na verdade possui um significado bastante comum e conhecido. "Hipertensão arterial acontece quando a nossa pressão está acima do limite considerado normal, que, na média, é máxima em 120 e mínima em 80 milímetros de mercúrio, ou simplesmente 12 por 8". Em casos assim, costumamos dizer, na linguagem popular, que a pessoa está com a "pressão alta". Vale lembrar que quando os valores são maiores que 12 por 8, porém inferiores a 14 por 9, cabe ao médico, com base no histórico do paciente, considerar os valores como normais ou não.

"Para algumas pessoas ter uma pressão abaixo de 12 por 8, como, por exemplo, 10 por 6, é normal. Já valores iguais ou superiores a 14 (máxima) por 9 (mínima) são considerados como hipertensão para todo mundo", lembra a cardiologista.

Mariza lembra que pessoas diagnosticadas com hipertensão, ou seja, com pressão igual ou acima de 14 por 9, ou ainda, aquelas que possuem a pressão arterial limítrofe, que é acima de 12 por 8, porém inferior à 14 por 9, devem igualmente fazer controle médico periódico e seguir as orientações médicas, e quando necessário, o que acontece na maioria dos casos, fazer uso de medicamentos. "O fato da pressão ficar controlada com a medicação não permite que ela seja suspensa, pois logo pode retornar a subir", destaca ela.

Apesar de não ter causas específicas, todos que possuem familiares hipertensos, não têm hábitos alimentares saudáveis, ingerem muito sal, estão acima do peso, passam por situações de estresse elevado frequentemente, exageram no consumo de álcool ou são diabéticas, têm mais risco de desenvolver a hipertensão. Vale ressaltar também que esse risco aumenta após os 50 anos e, que quanto maior o número de fatores de risco presentes, maior a probabilidade do indivíduo desenvolver pressão alta.

Mariza destaca o fato da hipertensão tratar-se, na maioria dos casos, de uma doença silenciosa. "Sintomas como dor de cabeça, dor na nuca, enjoos, tonturas e falta de ar podem estar associados à hipertensão, mas não são específicos da doença. Muitas vezes, os sintomas surgem quando a hipertensão já causou danos ao coração, ao cérebro, aos rins, aos olhos ou outros órgãos", lembra. Por isso, a importância de verificar a pressão arterial sempre que possível, e de tratar a doença mesmo sem a presença de sintomas.

"A hipertensão provoca um desgaste mais acelerado das artérias e nos principais órgãos irrigados por elas: coração, cérebro, rins, olhos. Assim, a hipertensão não controlada funciona como um acelerador do envelhecimento das artérias e de todo o corpo humano. Um hipertenso que não se trata tem, segundo a Organização Mundial de Saúde, uma redução na expectativa de vida de até 16,5 anos. Além disso, a qualidade de vida também é afetada pela doença nesses órgãos, tais como infartos, derrames, aneurismas, insuficiências cardíaca e renal, alterações da visão, entre outras", destaca a cardiologista.

- Prevenção: melhor remédio -

A prevenção da hipertensão arterial se resume a levar uma vida saudável e sem exageros. Manter-se em movimento com a prática de atividades físicas regulares, reduzir o consumo de sal de modo à retirar o saleiro da mesa, evitar o consumo de alimentos prontos e industrializados que possuem uma grande quantidade do mesmo, manter o peso adequado, controlar o estresse, a ansiedade e depressão, dormir bem e evitar o uso de cigarros e drogas e o consumo excessivo de álcool, são algumas das dicas para controlar a pressão alta ou mesmo evitar uma possível hipertensão.

Conscientizar a população da importância de prevenir e tratar a hipertensão é de extrema importância, pois na última década foram mais de 70 milhões de mortes no mundo relacionadas à doença. A pressão alta é um conhecido fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardíacas e vasculares e, sabe-se que no Brasil, onde há mais de 30 milhões de hipertensos, a primeira causa de morte é o acidente vascular cerebral (AVC), seguida do infarto do miocárdio, doenças essas cuja principal causa é a hipertensão não controlada. "Cerca de 25% a 30% dos adultos do planeta apresentam elevação da pressão arterial e estima-se que menos de 10% dessas pessoas em risco esteja em tratamento correto e contínuo", salienta a cardiologista do HSA, Mariza Rosa.

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