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20/03/2020
SCIH trouxe infectologista para falar sobre o Covid-19 aos profissionais do HSA e SMS de Saúde de Tapejara/RS
Na noite de ontem (19), o SCIH (Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do HSA) trouxe a médica infectologista, Dra. Vanessa Pimentel de Oliveira, que presta consultoria para o hospital, para atualizar os profissionais da instituição e da SMS sobre o Covid-19.

De acordo com a médica, é necessária uma atualização diária de protocolos, além de ser fundamental manter a calma e o equilíbrio, diante das informações que circulam sobre o coronavírus.

A profissional explicou que o epicentro da doença foi em Wuhan, na China, em 19 de dezembro passado e alastrou-se por todos os continentes, caracterizando uma pandemia, decretada em 13 de março, pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Até a data de ontem (19), foram contabilizados 3.130 óbitos na China, 2.978 na Itália e 3.352 em toda Europa. À nível mundial, totalizam-se 191.127 casos da doença e 7.807 mortes.

No Brasil, o primeiro caso surgiu em 26 de fevereiro e no RS, em 10 de março. Hoje, em Porto Alegre, devido a maior incidência de casos no estado, foi decretada transmissão comunitária. Até o dia de 19 de março, de acordo com o Informe Epidemiológico – Covid-2019 Centro Operações de Emergências Rio Grande do Sul/Coers, 31 casos foram confirmados, 370 descartados e 208 suspeitos seguem em investigação.

Vanessa explica que, levando em consideração um cenário agressivo, após o 50º caso confirmado, 5% desses pacientes necessitarão de leitos de UTI, o que significa, aproximadamente, 170 casos. No estado, temos um total de 150 leitos de Unidade de Terapia Intensiva. O isolamento social precoce, decretado por muitas prefeituras, inclusive a de Tapejara, contribui drasticamente para a redução dessa expectativa de falta de leitos. A infectologista destaca a importância da conscientização da população para FICAR EM CASA, obedecendo as regras de quarentena, evitando contato com outras pessoas, ambientes externos e praticando a higienização correta das mãos e superfícies, além de manter os ambientes ventilados.

A alta taxa de transmissão ocorre, também, por meios assintomáticos, como celulares, maçanetas, corrimãos, áreas expostas ao contato geral, entre outros, pois, dependendo da superfície, o vírus pode sobreviver de 4 a 5 dias. Isso implica na higienização correta desses meios, com água e sabão ou álcool, principalmente o celular.

O período de incubação do coronavírus em humanos varia de 5,2 a 12,5 dias, positivando entre 5 e 7 dias. Os sintomas mais comuns, que determinam casos suspeitos, são: febre (em 83% dos casos) acima de 38,5ºC, mais de 2 dias, tosse (82% dos casos) e dispneia (falta de ar), associada a outros sintomas como dor de cabeça, dores musculares, hipotensão (pressão arterial baixa), confusão mental e sonolência (estas últimas, muito comuns em idosos), podendo evoluir para pneumonia severa, em alguns casos. Além de portar esses sintomas, enquadram-se como suspeitos, todas as pessoas que mantiveram contato de, no mínimo, 2 metros de proximidade com casos confirmados, por 15 minutos ou mais, ou que permaneceram por mais de 3 horas no mesmo ambiente (avião, por exemplo).

O grupo de risco engloba pessoas acima de 60 anos, portadores de neoplasia (câncer), pacientes com doenças cardiovasculares, infarto, asma, AVC, DBPOC (doenças pulmonares crônicas), gestantes e crianças. Vanessa apontou que, um índice de até 29% dos casos apresentou como complicações, lesão cardíaca aguda.

A infectologista reforça que o ideal é não procurar o hospital. A primeira ação, ao surgirem sintomas ou suspeita de contato, é ligar para o Disque Coronavírus (54) 9 9113-2758, onde uma equipe técnica orientará conduta e, caso necessário, ira até a residência do paciente. Os casos mais graves, devem, sim, procurar a emergência do hospital, onde, ao entrar, receberão máscara e será oferecido álcool gel para desinfecção de mãos, sendo conduzido o paciente e o acompanhante para área de isolamento, onde serão classificados. Sendo necessária a internação, o HSA disponibiliza de área de isolamento para casos do Covid-19.

Quando o isolamento é domiciliar, o paciente e familiares devem respeitar as normas que serão indicadas pela equipe técnica.

A médica reforça que, o isolamento social associado às regras de higienização: lavagem correta das mãos, uso de álcool gel, limpeza de superfícies, uso de lenços descartáveis, cobrir a boca para tossis ou espirrar, evitar contatos (beijos, abraços e apertos de mão), ventilação de ambientes, contribuirão de forma significativa e eficaz para a redução na disseminação do vírus.

A cardiologista, responsável pelo SCIH, Dra. Mariza Fernanda Garcia Rosa, salientou a importância da informação e da participação de profissionais da saúde e da sociedade na execução de medidas preventivas.

Todos temos o compromisso de cuidar uns dos outros. As ações individuas garantem o bem-estar coletivo! Isolamento social não é exagero, é um ato de cidadania e amor ao próximo. Conscientize-se!

Colaboração: SCIH do HSA

Redação: Setor de Comunicação e Marketing do HSA
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